
O crime ocorreu no dia 25 de dezembro de 2017, no bairro Araçás, Vila Velha. De acordo com o titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida DCV, delegado Ricardo Almeida, um soldado da Polícia Militar do Espírito Santo, Igor Moreira da Silva foi indiciado por homicídio qualificado (motivo fútil e uso de meio que impossibilitou a defesa da vítima) e fraude processual.
“Há relatos de testemunhas indicando que o fato decorreu, supostamente, por banalidade, discussão ou briga por causa de mulher. Entendeu-se que a alegação de legítima defesa não foi de encontro a todo conjunto probatório construído no decorrer das investigações” disse o delegado Almeida.
O delegado explicou ainda que foram ouvidas 20 testemunhas com exceção dos dois PMs e dos primos do autor, e todas testemunhas disseram que Jean não portava nenhuma arma. Pelo contrário, o jovem segurava uma garrafa de vodca e um copo.
Outras três pessoas foram indiciadas por crime de falso testemunho: o soldado da PMES Clintty Silva de Abreu, Arnaldo Junior Minchio Viana e João Vinicius Moreira da Silva, estes dois últimos primos do autor.
O caso

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