
Juliana foi transferida da cidade mineira de Teófilo Otoni, onde estava presa desde o dia 20 de junho, após ser denunciada pelo Ministério Público do Estado, por “conduta omissiva” nas mortes dos filhos Kauã Sales Butkovsky, 6 anos, e Joaquim Alves Sales, de 3.
Segundo informações obtidas com exclusividade por A Tribuna, uma confusão foi criada por um grupo de presas na última sexta-feira, que gritavam frases como “Vou te pegar lá em cima” e “Vai morrer”. A confusão foi confirmada pelo advogado da pastora, Helbert Gonçalves.
“Houve de fato um reboliço lá, mas a diretora do presídio e a chefe da segurança foram incisivas com as outras presas e resolveram o impasse”, disse o advogado.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que desconhece a confusão.
CPI
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos do Senado informou, nesta quarta-feira (25), que a audiência com a presença do casal de pastores vai acontecer na primeira semana de agosto.
Além de George Alves e Juliana Sales, seis jovens que denunciaram abusos sexuais por parte de membros da igreja do casal de pastores, devem participar da sessão.