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Polícia

Três homens são presos em esquema que fraudava e revendia carros de luxo

Três homens foram presos e um está foragido acusados de envolvimento no esquema que fraudava carros de luxos de locadoras de veículos. A segunda fase ...

Última atualização

Três homens foram presos e um está foragido acusados de envolvimento no esquema que fraudava carros de luxos de locadoras de veículos. A segunda fase da operação Traditore foi realizada pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (Defa) cumprindo 5 mandados de busca e apreensão.

Foram presos o policial militar reformado Marcos dos Santos, 42 anos, o empresário Fabio Ferreira, 46 anos, e o empresário Paulo Henrique Alvarenga Rodrigues, 35 anos.

A operação contra essa quadrilha começou com a prisão da esposa de Marcos, a professora Aline de Paula Nunes, em abril. Justiça arbitrou fiança de R$ 100 mil, pela qual ela recorreu, pagou 15 mil e responde em liberdade.

“É a segunda etapa dessa operação realizada pelo Deic, através da Delegacia de Defraudações, com apoio da Divisão Patrimonial . Essa operação é de extrema importância no combate à criminalidade no sentido de evitar o furto e roubo de veículos, as apreensões, apropriações de veículos em locadora, falsificação documental, visando também proteger o Detran. Enfim, essas operações, ela tem toda essa magnitude, no sentido de coibir esses atos e prender esses perpetradores”, afirma o superintendente de Polícia Especializada, delegado José Arruda.

Segundo a polícia, os carros de luxo eram locados no Rio de Janeiro e em São Paulo com a ajuda de bandidos locais. “O golpe da locadora acontece quando os criminosos locam o veículo em outro estado com documentos falsos, trazem para nosso Estado, falsificam diversos documentos e tentam transferi-lo no Detran, ou vendê-lo a terceiro de boa fé mesmo sem transferir”, explicou a delegada titular da Defa, Rhaiana Bremenkamp

Paulo e Fabio traziam os carros para o Estado e revendiam a preço baixo ou real para outros bandidos, ou mesmo para outras pessoas. Robson, Marcos e a esposa recebiam os carros também e repassavam com grande lucro, chegando a esperar lucrar cerca de R$ 326 mil com o esquema.

A quadrilha falsifica documentos e usavam nomes de outras polícias. A polícia não descarta o envolvimento de servidores do Detran. Eles ainda anotavam placas de veículos, falsificavam documentos e alienava o veículo no banco.

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