
“Esse período presente no dia a dia no Estado foi muito importante, sobretudo porque recarregou as minhas energias”, disse o tucano, que pediu licença após o Senado manter o mandato de Aécio Neves (PSDB/MG).
O senador mineiro foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça e o Supremo Tribunal Federal impôs seu afastamento. Ricardo faltou à sessão que decidiu pelo retorno do tucano, em 17 de outubro de 2017, mas sempre se mostrou favorável ao afastamento. “As práticas reveladas nessas denúncias, se aquilo não é quebra de decoro, o que é?”, indagou.
O empresário Sérgio Rogério de Castro (PDT) ocupou a cadeira de Ricardo e, ontem, presidiu sua última sessão. “Me senti honrado”, disse.