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Política

Câmara rejeita transição mais branda para trabalhadores na reforma da Previdência

Os deputados rejeitaram nesta sexta-feira (12) emenda à reforma da Previdência apresentada pelo PDT que previa regras de transição mais brandas para ...

Sessão para continuação da votação da PEC 6/2019 - Reforma da Previdência

Última atualização

Os deputados rejeitaram nesta sexta-feira (12) emenda à reforma da Previdência apresentada pelo PDT que previa regras de transição mais brandas para trabalhadores do INSS e do setor público. As mudanças receberam 296 votos contrários e 165 favoráveis. 

Esse foi o primeiro dos destaques votados nesta sexta por deputados, que entram no segundo dia de negociações por medidas que devem abrandar o texto-base da reforma da Previdência. Na quinta, foram abrandadas regras para aposentadoria de homens e mulheres, policiais e também da pensão por morte.

Caso fosse aprovada, a mudança teria impacto de R$ 87 bilhões em dez anos, segundo cálculos de técnicos legislativos.

A proposta do PDT estipulava uma redução de 100% para 50% do “pedágio”. Ou seja, se faltassem dois anos para a aposentadoria, seria necessário trabalhar mais três anos. 

Na regra mantida, o servidor ou empregado vai ter que trabalhar 100% do tempo que falta -no exemplo acima, mais quatro anos.

Ainda nesta sexta, serão votados outros cinco temas pelos deputados.

Deputados devem discutir mudanças nos cálculos do valor dos benefícios para aposentadorias e pensões, em duas medidas propostas pelo PT e com potencial de reduzir a economia da Previdência em mais de R$ 160 bilhões cada.

O governo disse que não deve refazer cálculos oficialmente enquanto a votação dos destaques não for concluída.

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