- Vitória, ES 22°C

Vitória 22°C

Anúncio
Política

Em rede social, Lula afirma que esteve apenas uma vez em tríplex

Publicação de Lula no Facebook. Foto: Reprodução / Facebook. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se defendeu das acusações da denúncia do ...

Última atualização

Publicação de Lula no Facebook. Foto: Reprodução / Facebook. Publicação de Lula no Facebook. Foto: Reprodução / Facebook.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se defendeu das acusações da denúncia do Ministério Público Federal (MPF) em sua página no Facebook. Lula afirmou que esteve “apenas uma vez” no tríplex do Guarujá, em São Paulo, e que tornou públicos os documentos que provam que ele não é dono do apartamento.

“Desde 30 de janeiro de 2016, Lula tornou públicos os documentos que provam que ele não é o dono de nenhum apartamento no Guarujá. Lula esteve apenas uma vez no edifício, quando sua família avaliava comprar o imóvel. Jamais foi proprietário dele ou nem sequer dormiu uma noite no suposto apartamento que a Lava-Jato desesperadamente tenta atribuir ao ex-presidente”, diz sua publicação.

O tríplex no Edifício Solaris é objeto da investigação do MPF e da Polícia Federal. Lula, sua mulher Marisa Letícia, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, o arquiteto Paulo Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, já haviam sido indiciados pela PF em agosto por corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

Além de Lula, o advogado de Paulo Okamotto se pronunciou contra a denúncia. O advogado Fernando Augusto Fernandes disse em nota que “não houve lavagem de dinheiro”. “O Ministério Público criou uma corrupção em que não há vantagem ilícita. O valor é pago para a conservação de um acervo considerado como ‘patrimônio cultural brasileiro de interesse público’ pela Lei 8394/91. A nota fiscal foi emitida em nome da empresa que contribuiu, a OAS, e não houve qualquer falsidade. O valor foi para a empresa, que mantinha o acervo em depósito”, diz nota.

A defesa de Okamotto também criticou a prisão dele e de Lula. “A única lavagem que poderia existir é dos abusos cometidos, da condução coercitiva do presidente Lula e do presidente do instituto, Paulo Okamotto. Abusos que agora se tentam legitimar sem nada encontrar”, afirmou.

Os advogados de Léo Pinheiro e Franklin Magalhães Medeiros, Edward de Carvalho afirmou que não vai se manifestar sobre a denúncia. O advogado Cal Garcia, de Fábio Hori Yonamine e Roberto Moreira Ferreira, também disse que não comentará.

Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.