
O ex-marqueteiro do PT João Santana e sua esposa e sócia, a empresária Mônica Moura, assinaram termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O documento marca o início do processo formal de colaboração premiada.
No início de abril Mônica tentou acordo individual, mas os termos não foram aceitos pelos procuradores. Agora os dois, que estão presos em Curitiba há cinco meses, tentam fechar a delação em dupla.
O acordo ainda está em fase de negociação, o que significa que os dois ainda não prestaram qualquer depoimento aos procuradores. O termo de confidencialidade é uma espécie de pré-delação e antecede a assinatura do acordo com a Justiça.
Nesta quinta-feira, os dois estarão pela primeira vez de frente com o juiz da 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, Sérgio Moro, que determinou a prisão do casal.