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Política

Interdições ou manifestações em rodovias do país caem de 335 para 289, diz PRF

Movimento acontece desde o domingo (30), quando Bolsonaro foi derrotado por Lula na eleição para presidente do Brasil

Caminhoneiros em greve realizam paralisação em 2015

Última atualização

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, em publicação no Twitter, que os pontos de interdições, bloqueios ou manifestações em rodovias federais do País caíram de 335 à 1h03, desta terça-feira (1º), para 289 às 4h30. No Espírito Santo, seis pontos já foram liberados, até às 7h de hoje (1º).

Santa Catarina segue como líder de casos, mas o número de ocorrências recuou de 48 para 41 Apenas Amapá, Paraíba e Sergipe não registravam episódios.

Segundo a corporação, 174 manifestações já haviam sido desfeitas, um aumento de 42 em relação à atualização anterior. Mais cedo, a PRF assegurou que adota providências para garantir o retorno da normalidade do fluxo desde o início das interdições

Na noite de segunda-feira, dia 31, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, ordenou que a PRF e as Polícias Militares estaduais desobstruam imediatamente todas as estradas do Brasil, sob pena de multa.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) também citou a possibilidade de prisão do diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, em caso de descumprimento. Após a decisão, a PRF anunciou operação para liberar as rodovias.

Desde a noite de domingo, 30, após a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL), manifestantes interditam rodovias pelo País. Eles pedem a intervenção do Exército. Há registro de envolvimento de caminhoneiros e produtores rurais nos atos, mas, segundo a PRF, os protestos são majoritariamente organizados por “populares”.

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