
Félix Fischer (relator do processo), Jorge Mussi e Reynaldo Soares da Fonseca votaram contra o ex-presidente.
Em seu voto, o Ministro Jorge Mussi acompanhou o relator, destacando que não há ameaça concreta à liberdade do ex-presidente, pois ainda há apelação pendente de julgamento no TRF-4. Afirma, ainda, a possibilidade da execução provisória.
Já Reynaldo Soares da Fonseca também votou pela denegação da ordem. O ministro relembra as mudanças jurisprudenciais sobre a execução provisória e destaca o recente precedente do STF, corte responsável pela interpretação de questões constitucionais.