
O vídeo foi postado nas páginas oficiais do deputado e virou notícia em sites evangélicos (veja o vídeo no final da matéria). Em seu depoimento, Feliciano chama Luciano Huck de “candidato ungido do Jardim Botânico” (em referência à sede da emissora no Rio de Janeiro) e diz que sua candidatura surgiu com um suposto interesse da emissora em influenciar nas eleições.
“Vir a eleger o seu preposto Luciano Huck é entregar o poder a ‘outrora vênus platinada’ Rede Globo, para finalizar seu projeto esquerdista de destruir a família tradicional […] e sabe Deus o que vai acontecer com o nosso país. Se daqui de fora ela influência no país, quem dirá no poder”, afirmou.
Em outra parte do vídeo, o deputado diz que a suposta candidatura de Huck surge diante de um cenário “embolado após a condenação do ex-presidente Lula”.
“Na atual disputa eleitoral, com a saída do ex-presidente Lula, por motivos conhecidos, embolou o meio de campo. Com um candidato conservador, Jair Bolsonaro, sendo aclamado por onde passa e apontado pelas pesquisas entre os dois primeiros colocados […] foi lançado o nome de um não político, Luciano Huck, com a aprovação de Fernando Henrique Cardoso”, disse.
Feliciano ainda cita a pré-candidatura à Presidência do também deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e deixa a entender que apoia suas propostas. Por fim, defende que o conservadorismo volte ao país.
“Nós que almejamos um futuro diferentes para os nossos filhos e para a Nação, com uma educação cristã, num ambiente familiar sadio e um país seguro, temos o poder de impedir que um ‘ungido no Jardim Botânico’ seja eleito. Não podemos deixar isso acontecer. É preciso que o conservadorismo seja impresso no nosso país, para resgatarmos tudo aquilo que perdemos nos governos comunistas nos quais passamos, no qual Luciano Huck é apadrinhado”, completou.
Veja abaixo o vídeo divulgado pelo deputado.
Pré-candidatura
Em resposta a uma ação no Tribunal Superior Eleitoral, advogados do apresentador Luciano Huck voltaram a dizer que ele não será candidato nas eleições deste ano. A afirmação consta no processo em que o apresentador é acusado pelo PT de ter promovido sua eventual candidatura ao Planalto no Programa do Faustão, da TV Globo.