
Mercadante era suspeito de receber vantagens não registradas no Tribunal Superior Eleitoral para sua campanha. A denúncia foi feita em delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da construtora UTC, no âmbito da Lava Jato.
À época, delatores da Odebrecht afirmaram que os repasses chegaram a R$ 1 milhão, em dois pagamentos de R$ 250 mil e um de R$ 500 mil. Os repasses teriam sido viabilizados por Edinho Silva, então tesoureiro da campanha.
A decisão pelo arquivamento foi tomada pelo promotor de Justiça eleitoral Luiz Henrique Cardoso Dal Poz.
“Não houve validação do que o delator disse”, disse Dal Poz à reportagem. “Fizemos uma listagem de todos os recursos possíveis e não encontramos provas”.