
Para o ministro, o Fies foi um “desastre” e uma “tragédia”, uma vez que o governo inflou os cursos de gradução e “deu dinheiro a instituições privadas”, sem antes melhorar o quadro na educação básica e acesso à universidade.
A fala sobre o programa aconteceu em meio a uma apresentação sobre o quadro geral do país. Para ele, o modelo educacional aplicado no país deu errado e é necessário debater alternativas.
“É uma tragédia o financiamento estudantil. São 500 mil jovens começando a vida com o nome sujo”, afirmou o ministro deixando implícita a alta inadimplência no programa.