
Em seguida, o ministro Marco Aurélio pediu a palavra para dizer que considerava levantar questão de ordem para pedir a Cármen Lúcia para pautar o julgamento de duas ações que tratam de prisões após condenação em segunda instância, mas mudou de ideia e somente fez um apelo à presidente.
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Marco Aurélio é relator de duas ações sobre o tema que foram liberadas para julgamento em dezembro, mas até hoje estão fora da pauta elaborada pela presidente da corte, Cármen Lúcia.