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Política

Três chapas disputam associação de Jardim Camburi. Conheça os candidatos

Moradores de Jardim Camburi, em Vitória, vão às urnas neste domingo (26) eleger a nova diretoria da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC). ...

Última atualização

Moradores de Jardim Camburi, em Vitória, vão às urnas neste domingo (26) eleger a nova diretoria da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC). Três chapas disputam o comando do bairro mais populoso da capital, que tem mais de 60 mil moradores, conforme estimativa da própria associação. 32.513 eleitores, de acordo com dados do Tribunal Regional Eleitoral, estão aptos a votar.

Enock, Aloisio e Evandro disputam o comando do bairro mais populoso de Vitória (Fotos: A Tribuna)

Pela Chapa 1, o advogado Enock Sampaio, de 70 anos, é o atual presidente e concorre à reeleição. Contra ele, disputam o auditor aposentado Aloísio Jose Muruce, 67 anos, pela Chapa 2; e o empresário Evandro Figueiredo, de 37 anos, pela Chapa 3.

Se fosse uma cidade, Jardim Camburi seria hoje o 14º município com maior número de eleitores, ficando à frente de cidades como Itapemirim, Santa Maria e Castelo, que possuem, respectivamente, 31.305, 28.662 e 28.268 eleitores, e também de Fundão, que está na Grande Vitória e possui 13.522 eleitores.

Conheça abaixo o perfil dos candidatos.


Enock Sampaio faz parte da Chapa 1 (Foto: Fábio Vicentini/AT)Enock Sampaio
Chapa 1: Unidos por Jardim Camburi
Profissão: Advogado
Idade: 70 anos

Mora no bairro desde 1991, mas afirma possuir imóveis em Jardim Camburi desde 1978. É o atual presidente da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC), eleito em janeiro de 2016. Foi também vice-presidente no mandato anterior iniciado em janeiro de 2014.

Propostas

Saúde

“Vamos cobrar a construção de mais uma unidade de saúde no bairro e reforma da atual. A unidade que temos foi construída para 20 mil moradores. Hoje temos mais de 60 mil. Lutaremos pela implantação do plano de saúde familiar do bairro, que hoje não tem. Jardim da Penha tem. É um sistema em que o médico vai à casa da família fazer medicina preventiva”.

Educação

“Vamos cobrar a construção imediata do CMEI Rubens José Vervloet Gomes. É uma escola de madeira que deveria ser provisória e há mais de 12 anos existe em uma praça do bairro. Queremos também a instalação de ar-condicionado nas escolas municipais de Jardim Camburi. De seis escolas, apenas duas possuem”.

Segurança

“Para essa área, vamos solicitar a volta da patrulha da comunidade e a implantação do cerco tático na entrada e saída do bairro. Na orla, queremos a implantação da guarita para uso da Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Municipal”.

Outros

“Também vamos cobrar o tratamento do Rio Camburi, a retirada do minério do final da Praia de Camburi, a reconstrução dos quiosques abandonados no final da orla. Também queremos a criação de um cronograma de varredura e capina de ruas, limpeza de bueiros e poda de árvores”.


Aloisio José Muruce faz parte da Chapa 2 (Foto: Leone Iglesias/AT)Aloisio José Muruce
Chapa 2: Renova Jardim Camburi
Profissão: auditor aposentado
Idade: 67 anos

Mora no bairro desde 2004.
Já foi diretor financeiro da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC) de janeiro de 2008 a janeiro de 2011. Como na época houve prorrogação de mandato, ele se candidatou à presidência em 2012 e em 2016, mas não venceu.

Propostas

Saúde

“Nossa proposta trata-se de um grande anseio dos moradores, que é a ampliação da unidade de saúde do bairro, que possui um espaço físico limitado. Apesar de ter havido melhoria no atendimento, o espaço é reduzido. Já existe um projeto para a ampliação, mas vamos lutar para que o projeto se concretize. Essa é a nossa proposta, uma ação conjunta com a prefeitura para que se concretize”.

Educação

“Hoje, a Rubens José Vervloet Gomes funciona em um casarão, que vai ser desativado. A escola está em processo de captação de recursos, tem projeto e em breve será feita a construção. A nossa luta será para que esse projeto ande”.

Segurança

“Nós vamos buscar o aumento do efetivo policial do bairro, que é grande. Temos bom atendimento, mas o efetivo carece de ser aumentado. Em Jardim Camburi, a violência é contra o patrimônio, celulares em ponto de ônibus. Então, precisamos de policiais mais presentes em momentos de pico de movimento no bairro. Hoje, temos uma sensação de segurança razoável, mas precisa melhorar”.

Outros

“As principais propostas também são quantos aos idosos. O bairro aumentou a quantidade deles e vamos lutar muito para a construção de um centro de vivência em um terreno que já está comprado”.


Evandro Figueiredo faz parte da Chapa 3 (Foto: Leone Iglesias/AT)Evandro Figueiredo
Chapa 3: Jardim Camburi Merece Mais
Profissão: dono de empresa de comunicação.
Idade: 37 anos.

Mora no bairro desde 1987.
Já foi secretário da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC) no mandato de janeiro de 2013 a janeiro de 2016. No mesmo período foi o representante do bairro no Conselho Municipal do Plano Diretor Urbano.

Propostas

Saúde

“Vamos cobrar a ampliação da unidade de saúde do bairro e também a construção de uma nova, pois quando a unidade existente foi inaugurada em 1996, Jardim Camburi possuía 20 mil moradores. Hoje, o bairro possui mais de 60 mil moradores e continua com a mesma unidade de saúde”.

Educação

“Vamos também cobrar uma nova creche no bairro. Temos hoje 400 crianças na lista de espera e outras 300 que estudam em um barracão de madeira. Queremos a construção de uma nova creche para tirar as crianças que estão no barracão e abrir novas vagas para as crianças que estão aguardando para estudar”.

Segurança

“Vamos buscar junto a empresas privadas a ajuda financeira para fazermos nossa sala de videomonitoramento na 12ª Companhia Independente da PM, em Jardim Camburi. Queremos projetar as 23 câmeras que existem no bairro para lá. Hoje, as câmeras são projetadas na prefeitura juntas a outras 300 câmeras da cidade. Queremos as nossas projetadas na companhia para fazermos um cerco tático”.

Outros

“Precisamos urgente de reforço nas linhas 211 e 212 que atendem o bairro e vivem lotadas. E a construção do centro de convivência de idosos, que utiliza imóvel alugado que não comporta atividades”.

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