Uma espera de até cinco anos, geralmente marcada por muito sofrimento, que parece não ter fim. Assim tem sido o dia a dia de cerca de 18 mil pacientes que aguardam por uma cirurgia eletiva no Estado.
As maiores demandas são por cirurgias oftalmológicas, ginecológicas e angiológicas (varizes), segundo informou o subsecretário de Estado da Assistência em Saúde, Fabiano Ribeiro dos Santos.
Com dores nas pernas, decorrentes do surgimento de varizes, a aposentada Zelita de Jesus, de 62 anos, chegou a esperar cinco anos pelo procedimento cirúrgico, realizado ontem, no Hospital Evangélico de Vila Velha.
Ela contou que já não conseguia dormir direito por causa do problema. “Sentia uma dor muito forte nas pernas. A dor me atrapalhava até na hora de dormir. Quando eu passava muitas horas em pé, as pernas também ficavam inchadas”, relatou.
Zelita mora em Pedro Canário, no Norte do Estado, mas ficará hospedada na casa de um sobrinho, na Serra, durante o período de recuperação. Após o procedimento, ela não sentiu mais dor. “A cirurgia foi rápida, e agora parece que tudo sumiu”.
Veja a reportagem completa na edição desta terça-feira (14) do jornal A Tribuna.
