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Saúde

Anvisa proíbe alimentos naturais e recolhe lote de azeite suspeito de fraude

Agência determinou a apreensão de itens sem licença sanitária

Anvisa proíbe alimentos naturais e recolhe lote de azeite suspeito de fraude
- Anvisa identificou sistema fraudulento de alimentos
Foto de perfil de Nathália Cantarela

Nathália Cantarela

Formada em Jornalismo pela Faesa, Nathália escolheu o curso porque ama escrever. Durante o curso também se apaixonou pelo audiovisual, e estagiou apresentando o jornal da faculdade. Após formada, fez curso de imersão no jornalismo e hoje apresenta o Boletim de Notícias, além de escrever para o site.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) identificou mistura de óleos vegetais em azeites da marca Royal e mandou recolher lote da marca por suspeita de fraude. A agência também determinou a proibição da comercialização, distribuição e fabricação de diversos alimentos naturais da empresa MZD Comércio de Produtos de Saúde Ltda. A determinação foi publicada nesta quarta-feira (25).

A decisão da Anvisa contra a MZD Comércio de Produtos de Saúde Ltda. abrange a apreensão e a proibição do consumo e divulgação de sete itens específicos: Gengibre em pó, Tâmara jumbo, Uva-passa argentina, Figo seco espanhol, Camu-camu em pó, Melado de cana-de-açúcar e Cacau em pó.

A empresa não possui a autorização necessária das autoridades sanitárias para produzir esses alimentos e utilizava alegações de saúde não aprovadas em suas propagandas. As informações são da Band.

Em uma ação conjunta com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Anvisa também ordenou o recolhimento do lote 255001 do azeite de oliva extra virgem Royal, fabricado pela T. Globo Importação e Exportação Ltda. Análises laboratoriais oficiais comprovaram que o produto foi adulterado com a mistura de outros óleos vegetais, descaracterizando-o como azeite de oliva extra virgem.





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