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Com a alta do preços de medicamentos, alguns hospitais particulares de São Paulo continuam sofrendo com o desabastecimento de medicações. No geral, os três remédios que mais estão em falta ou que estoque baixo são: Dipirona (25%), Dramin B6 (18%) e Neostgmina (17%).
Os dados são de uma pesquisa realizada pelo SindHosp, onde 30% das 76 unidades de saúde consultadas justificam o cenário devido ao aumento nos preço de materiais.
Ainda segundo o estudo, as três principais causas de atendimento nos serviços de urgência e emergência são por doenças infecciosas (29%), por complicações relacionadas a doenças crônicas e degenerativas (28%) e outras síndromes respiratórias (28%).
Para Francisco Balestrin, médico e presidente do SindHosp, a falta ou dificuldade de aquisição de medicamentos, insumos e equipamentos de saúde se tornou mais evidente com o início da pandemia de covid-19. “Observamos a necessidade primordial de criarmos uma proposta de saúde que possa responder a crises sanitárias e oferecer um sistema de saúde mais responsivo e melhor estruturado”, explicou.