
São mais de 6 mil armadilhas, instaladas nos 78 municípios do Estado. De acordo com o coordenador da Vigilância Ambiental da Sesa, Roberto Laperriere, as armadilhas são distribuídas em pontos estratégicos.
“O Sistema de Monitoramento Inteligente do Aedes (MI Aedes) permite que seja verificada a circulação de mosquitos e, com isso, é possível direcionar o combate para essas áreas, impedindo que a infestação prejudique a população”, explicou.
As armadilhas, segundo a Sesa, fica em locais com maior concentração de pessoas como igrejas, unidades de saúde, hospitais, rodoviárias, escolas, entre outros.
Roberto afirmou que os mosquitos capturados nas armadilhas são recolhidos e enviados para análise. “Dessa forma é possível verificar se qual vírus está presente no mosquito, se da dengue, zika ou chikungunya”.
O coordenador destacou que as áreas são georreferenciadas e controladas e os municípios fazem os registros por meio de tablets ou manualmente, dependendo da região. “É um trabalho feito por profissionais, por isso não colocamos em casas, porque é preciso cuidado com os focos”.
Segundo a Sesa, o Espírito Santo é o primeiro estado brasileiro com esse tipo de sistema em todos os municípios, e o investimento do governo do Estado para a implantação dos equipamentos é de R$ 3,2 milhões/ano.