
A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que indicou que a prática do aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime, preocupa médicos do Estado.
Eles consideram que a decisão abre precedentes para a legalização do aborto e destacam que o País não tem estrutura para atender as mulheres nessa situação.
O presidente do Sindicato dos Médicos do Espírito Santo (Simes), Otto Baptista, considera que a classe médica é contra a prática do aborto, em qualquer período.
“Uma gravidez indesejada não pode ser resolvida dessa forma. Essa situação é extremamente preocupante, porque com essa sinalização favorável clínicas poderão buscar formas de realizar dentro do meio legal”, disse.
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Reportagem: Bárbara Becalli