Creche afetada pelo surto infeccioso foi orientada a não abrir e pais de alunos também foram orientados a não levarem os filhos, pelo menos até o fim da análise de todos os materiais recolhidos tanto na escola, quanto na quiosque, informa a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Vila Velha (Semsa).
De acordo com a assessoria do Laboratório Central do Espírito Santo (Lacen-ES), essas análises duram uma média de 15 dias. A Prefeitura de Vila Velha também infirmou que até os facões, utilizados para cortar coco, foram recolhidos do estabelecimento.
“Ainda não temos informação de que bactéria estamos tratando. A recomendação especial em conversa com a Sesa é que a creche deve ser fechada e vamos recomendar também aos pais para que não levem seus filhos até o diagnóstico final do problema. Temos que ter certeza de que a água da creche está em boas condições. O quiosque até o momento funciona”, informou o secretário municipal da Saúde, Jarbas Ribeiro de Assis Júnior.
Entenda
Na última sexta-feira (22), a Secretaria Municipal de Vila Velha (Semsa) foi notificada sobre um surto infeccioso em uma creche particular, na Praia da Costa, e foi iniciada uma investigação com os pais das crianças, com a escola e com um quisoque que foi frequentado por algumas das famílias atingidas pela doença.
Duas crianças de dois anos e uma outra de três anos foram internadas após uma grave infecção em Vila Velha. As causas da infecção ainda estão sendo analisadas. A creche, em que as crianças estudam, e um quiosque da Praia de Itaparica estão sendo investigados.
