
O objetivo é ajudar a estabelecer políticas públicas de saúde em cada país. Segundo a organização, os testes laboratoriais dessa lista deveriam estar acessíveis a toda a população.
A primeira lista de diagnósticos essenciais publicada em 2018 continha 113 testes concentrados em um número limitado de doenças prioritárias como HIV, malária, tuberculose e hepatite.

“Além dos 12 testes destinados a detecção precoce de câncer, foram incluídos exames fundamentais para doenças como HIV, diabetes, colesterol alto, neoplasias, malária e hepatites virais”, destacou o médico especialista em diagnóstico por imagem Dr Libório Mule Jr.
O documento conta ainda com exames que auxiliam na detecção de doenças infecciosas em países de baixa e média renda, como cólera, dengue, zika, leishmaniose e esquistossomose.
“Essa lista é muito importante para que as políticas públicas tenham esse foco em seus investimentos. São exames simples e baratos para detectar doenças mais cedo. Sem dúvida, um auxílio fundamental no combate a essas enfermidades”, acrescentou.