Não é só a sensação, é fato: Vitória registrou a maior temperatura desde os últimos quatro anos com os 37,7°C neste domingo. Na segunda-feira (25), chegou perto: a tarde foi a segunda mais quente do ano na capital, quando o Instituto Nacional de Meteorologia registrou máxima de 37,6°C. A sensação térmica foi de 51°C.
Quem estava nas ruas se assustou ainda mais com um termômetro marcando 41º no cruzamento da Reta da Penha com a avenida Jones Santos Neves, às 13 horas, na segunda.
O que tem explicação: segundo o executivo municipal, o relógio faz sua própria medição no local onde estiver instalado e alguns fatores, como temperatura do asfalto, incidência de ventos e massas de ar e poluição, influenciam diretamente na medição – e por isso, pode apresentar números díspares.
De acordo com a meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo, o calor é a combinação do sol forte, com predomínio de ventos quentes e da umidade relativa do ar alta.
“O Estado tem tido pouca chuva em fevereiro. O predomínio de alta pressão atmosférica tem dificultado a formação e a permanência de áreas de instabilidade e a chegada de frentes frias”, explicou.
Segundo Pegorim, “é normal fazer bastante calor em fevereiro, mas a falta de ventos frescos de origem polar ajuda a manter a temperatura elevada, uma vez que o predomínio de ar úmido aumenta a sensação de calor”.
A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna desta terça-feira (26).
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