
Com apenas um voto nas eleições de 2012, Alyne de Oliveira Zolin, 25 anos, vai assumir o cargo de vereadora em uma cidade no interior de São Paulo. Mais curioso ainda é que o voto que ela recebeu não foi dela.
“Nem sei de quem foi. Estava fora da cidade no dia da eleição e justifiquei meu voto”, explica.
A jovem começa nesta segunda-feira (5) em seu novo trabalho, na Câmara de Dracena, no oeste paulista, município de 45 mil habitantes. Ela entra no lugar do vereador Rodrigo Castilho, que teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral por infidelidade partidária.
Em 2012, Alyne decidiu candidatar-se a vereadora, mas desistiu da campanha eleitoral e mudou de cidade. Como é a única candidata que ainda é filiada ao PSD, partido que elegeu Castilho, ela torna-se, automaticamente, a primeira suplente ao cargo.
“Quero mostrar que esse único voto valeu a pena, estudar como anda a cidade, o que pode ser feito nesses quatro meses. Não vou ficar parada”, prometeu.