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Internacional

Coreia do Norte lança três mísseis no Japão

Kim Jong Un comemora quinta-feira (8) o aniversário de 68 anos da implementação do atual regime norte-coreano. Foto: Reprodução A Coreia do Norte ...

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Kim Jong Un Kim Jong Un comemora quinta-feira (8) o aniversário de 68 anos da implementação do atual regime norte-coreano. Foto: Reprodução

A Coreia do Norte mostrou mais uma vez sua força bélica e desafiou, nessa segunda-feira (5), a comunidade internacional ao lançar três mísseis balísticos no Mar do Japão. Conforme informações do exército sul-coreano, os mísseis foram lançados de Hwangju, na região leste da Coreia do Norte, às 12h14 (0h14 no horário de Brasília) e, depois de atravessarem grande parte do território japonês, caíram no mar.

O ocorrido representa um alerta para o Japão e outros países asiáticos como a Coreia do Sul e a China porque acontece a menos de um mês de a Coreia do Norte realizar o lançamento de um míssil balístico a partir de um submarino.

O lançamento ocorreu enquanto mandatários e representantes das 20 nações com economias mais expressivas do planeta estavam reunidos em Hangzhou, na China, para a cúpula do G20, que terminou ontem.

Na próxima quinta-feira (8), a Coreia do Norte comemora o aniversário de 68 anos da implementação do atual regime de governo norte-coreano.

No último dia 17 de agosto, o vice-embaixador da Coreia do Norte no Reino Unido abandonou seu cargo e fugiu com sua família para a Coreia do Sul depois de afirmar que estava “cansado” do regime norte-coreano de Kim Jong Un, confirmaram autoridades sul-coreanas.

Essa foi considerada uma das maiores desistências de altos funcionários do país isolado.

Thae Yong Ho, que era o segundo no comando da embaixada norte-coreana em Londres, chegou na Coreia do Sul com sua mulher e filho, disse um porta-voz do Ministério da Unificação de Seul, Jeong Joon-Hee, recusando-se a oferecer detalhes sobre a data de sua chegada, ou o seu paradeiro.

O diplomata e sua família estão sob a custódia do governo sul-coreano, afirmou o porta-voz. A deserção dramática é suscetível de levantar novas questões sobre a lealdade da elite da Coreia do Norte.

Altos funcionários são fundamentais para garantir a continuidade do governo do ditador Kim Jong Un, que está programando para marcar o seu quinto ano no comando do país ainda este ano.

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