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Economia

ArcelorMittal manda recado a montadora chinesa sobre aço nacional

Empresa apoia chegada da GWM ao ES, mas cobra uso de aço produzido no Brasil

Produção na GWM: montadora
Foto de perfil de Rafael Guzzo

Rafael Guzzo

Rafael Guzzo Peres é jornalista formado pela Universidade Vila Velha (UVV) e graduado em Marketing Político e Comunicação Eleitoral pela Estácio de Sá. Foi colunista de Economia e Negócios da Rede Tribuna por oito anos, à frente da coluna Dia a Dia do jornal A Tribuna; e desde 2017 é editor de Economia, tendo assumido também a seção de Política em 2020.

Última atualização



A instalação da montadora chinesa GWM no Espírito Santo é vista como uma oportunidade pela ArcelorMittal, mas com uma condição clara: o uso de aço produzido no Brasil. O presidente da operação brasileira, Jorge Oliveira, fez um alerta direto ao tratar do tema. “A GWM é positiva, desde que consuma aço do Brasil”, afirmou.

Na sequência, reforçou o recado ao apontar o que considera um risco para a indústria nacional. “O problema é só ela botar essa unidade aqui e trazer o aço da China. Aí é negativo”, disse.

Segundo ele, a instalação de indústrias no Estado pode impulsionar cadeias produtivas locais, gerar empregos e ampliar a atividade econômica, desde que haja integração com a produção nacional. O executivo citou que o aço produzido no País tende a abastecer outros setores e estimular novos negócios.

Montadora

Montadoras como a GWM são grandes compradoras do tipo de aço que a siderúrgica pretende passar a fabricar em Tubarão, a 60 quilômetros da fábrica da gigante chinesa. A projeção é que a futura unidade fabril produzirá 200 mil carros por ano em sua unidade em Aracruz.



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