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Polícia

Agentes da PRF vão usar arma de choque menos letal e mais eficaz no ES

Policiais passaram por capacitação para o uso do novo Teaser 10; veja como ele funciona

Devido a chegada do novo dispositivo, policiais rodoviários federais passaram por uma capacitação durante o mês de julho
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

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Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que atuam no Espírito Santo passarão a usar um novo equipamento que promete maior segurança e eficácia em situações críticas durante abordagens. Trata-se do Teaser 10, uma arma de choque que, segundo a corporação, possui uma tecnologia menos letal e de maior alcance. 

Devido a chegada do novo dispositivo, policiais rodoviários federais passaram por uma capacitação durante o mês de julho. De acordo com a PRF-ES, foram realizadas etapas teóricas a distância e treinamento prático presencial, abordando aspectos técnicos, operacionais e legais do uso do novo equipamento.

A previsão é que todo o efetivo da corporação no Estado seja capacitado ao longo das próximas semanas. “A presença do Taser 10 nas unidades operacionais da PRF-ES representa um reforço importante na atuação da instituição nas rodovias federais que cortam o estado, como a BR-101 e a BR-262. Nessas regiões, o uso do novo equipamento tende a trazer mais eficiência, segurança e respeito aos direitos humanos nas ações policiais”, informou a PRF, por nota. 

Sobre o dispositivo

A Taser 10 é uma arma de eletrochoque não letal,  que incapacita temporariamente um indivíduo através de pulsos elétricos, sem causar ferimentos graves ou fatais. O dispositivo é capaz de realizar até dez disparos por cartucho, com um alcance de até 13,7 metros.

“O novo modelo permite aos policiais maior controle em situações críticas, reduzindo a necessidade de uso de força letal. O objetivo é preservar vidas e ampliar a segurança tanto dos agentes quanto da população”, explica a corporação.

O equipamento foi adquirido através de um investimento nacional de cerca de R$ 24 milhões, que possibilitou a compra de 1.340 kits em todo o Brasil.


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