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Cidades

Instituto Ponte celebra 11 anos com emoção e tradicional Festança

Celebração aconteceu na Escola Americana de Vitória e contou com a presença de parceiros, voluntários, doadores, familiares e estudantes

Instituto Ponte celebra 11 anos com emoção e tradicional Festança
- Instituto Ponte celebra 11 anos
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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O Instituto Ponte celebrou os 11 anos da instituição no ginásio da Escola Americana de Vitória, no último sábado (27). A tradicional Festança reuniu parceiros, voluntários, doadores, familiares e a presença de 273 estudantes vindos de 19 estados brasileiros. 

Durante a celebração, que contou com a presença de 600 pessoas, foram apresentados os resultados alcançados no decorrer da trajetória do Instituto Ponte. Além disso, o evento foi conduzido pelos próprios alunos da instituição. 

Iury Roberts (MA), Eduarda Schwartz (ES), Maria Julia Neres (MG) e Emily Firmino (SP) deram ritmo à programação, que teve um momento especial com a entrada da primeira turma de formandos da instituição. 



Segundo o Instituto, até 2029, 138 alunos da instituição devem concluir o ensino superior. Atualmente, a instituição acompanha 146 universitários, com 38% deles já recebendo remuneração 2,7 vezes maior do que a renda per capita de suas famílias. 

Em seu discurso, a fundadora do Instituto, Bartira Almeida, agradeceu e reforçou aos parceiros, conselheiros e volutários, expondo o orgulho que tem pelo trabalho da equipe e destacando os resultados da instituição. 

“O resultado é maravilhoso, mas o processo é difícil. Eu desconheço uma instituição que forme um aluno do Acre ao Pernambuco, do Pará ao Rio Grande do Sul”, expressou Bartira Almeida. 



A programação também incluiu a premiação do concurso de vídeos “Minha vida antes e depois do IP”, que contou com produções de alunos do Ensino Fundamental, Médio e Superior, compartilhando suas histórias de transformação.

A jovem Luiza, de Aracruz e descendência indígena, que não pôde estar presente porque estuda com bolsa integral na UWC Building School, na Noruega, também emocionou o público com sua história. Sua família subiu ao palco para representar a conquista. 



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