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Polícia

Pais apontam negligência médica após morte de bebê em clínica de Vila Velha

Laudo do IML aponta que criança morreu por conta de edema pulmonar provocado por broncoaspiração e asfixia

O caso segue sob investigação na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA)
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Layna Cruz

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, é repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Já atuou no Tribunal de Justiça do Espírito Santo e no Senac-ES. Curiosa sobre tudo o que envolve comunicação e jornalismo, possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, comunicação institucional, cobertura de eventos, mídias sociais, fotografia e produção de vídeos e podcasts.

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Os pais do bebê, de 35 dias, que morreu durante uma consulta de rotina em uma clínica no centro de Vila Velha, acusaram o médico de ter adotado conduta negligente. O caso aconteceu na última segunda-feira (21). 

Segundo a família, que saiu de aracruz para vir até a clínica indicada por conhecidos, o menino havia sido amamentado cerca de vinte minutos antes da consulta, quando o médico colocou a criança de cabeça para baixo para tomar banho.

Ainda conforme relato dos pais, o médico teria dito “é assim que se dá banho no menino”. No momento do banho, o pai disse que o bebê estava coberto por leite e chorava muito. Ele também afirmou que, ao retirar a criança do banho, ela estava roxa. 

Os pais expuseram que o clínico colocou a criança em uma maca, verificou os batimentos cardíacos, disse que estavam em uma frequência baixa e, quando o Samu chegou, saiu para realizar outros atendimento. 

No entanto, a defesa rebateu que o médico apenas seguiu o procedimento padrão orientado pela equipe do Samu, que pediu que ele se retirasse da sala. A defesa do acusado negou as alegações da família, em especial, a de que teria virado o menino de ponta a cabeça para dar banho. 

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a causa da morte foi um edema pulmonar provocado por broncoaspiração e asfixia. 

De acordo com a Polícia Civil,  a clínica possui câmeras de videomonitoramento, e o DVR foi recolhido e encaminhado para a Polícia Científica, para a extração das imagens, o que ajudará nas investigações. 

A Polícia Civil também informou que, diante da ausência de provas e de indícios suficientes, as partes foram ouvidas e liberadas. O caso segue sob investigação na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).



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