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Estado quer ter parte na Codesa

O governo federal ainda não definiu o que será feito com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), mas seja qual for a decisão, o governo do ...

Codesa: salário de até R$ 18.377.

Última atualização

Sede da Codesa em Vitória (Foto: Fábio Vicentini 09/05/2016)O governo federal ainda não definiu o que será feito com a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), mas seja qual for a decisão, o governo do Estado quer participar.

“Estamos aguardando ver o que o governo federal vai definir. Se for pela privatização, queremos que o governo do Estado seja parceiro também para interferir na plataforma de desenvolvimento”, disse o secretário de Planejamento, Álvaro Duboc.

A intenção é melhorar a logística e a infraestrutura dos portos capixabas, para que o Espírito Santo seja, nas palavras de Duboc, a “porta de entrada e de saída e participe dos processos decisórios”. “É importante olhar para nossa vocação portuária”, disse. Para isso, está em estudo o Estado até entrar como sócio da empresa no caso de uma futura privatização.

“Se vai ser uma empresa privada a gerir, o Estado pode entrar como sócio ou comprar cotas da empresa, é uma hipótese que está sendo pensada”, disse. Os recursos para participar da gerência dos portos poderiam vir do Fundo Soberano.

Decreto para regular

O governador Renato Casagrande vai definir, por decreto, a regulamentação do Fundo Soberano. As condições para o uso dos recursos estão sendo estudadas por uma equipe técnica da Secretaria da Fazenda e não há prazo para que o estudo seja entregue ao governador. O Fundo vai investir em projetos seguros e rentáveis ao Estado e às futuras gerações.

Melhor neutro?

O chefe da Casa Civil, Davi Diniz, se desfiliou do Cidadania, no ano passado, para assumir o conselho da Cesan. Mas foi também para não criar mais atritos na Assembleia, tendo em vista que muitos já o viam como um porta-voz do partido – e, por extensão, do prefeito de Vitória e do deputado Fabrício Gandini. “Eu me desfiliei e não pretendo me filiar a nenhum”.

Arte: André Felix / ATDevo e não nego

O deputado estadual Lorenzo Pazolini protocolou projeto que cria no Estado o Programa de Incentivo à Renegociação de Dívidas e Combate ao Superendividamento. Quer mudar a política de concessão de crédito. “Esse problema não é somente do consumidor, mas também do mercado de crédito”.

Apoio contido

O mercado político viu, no convite que o governador fez à deputada federal Norma Ayub para um evento em Marataízes, uma aproximação da família Ferraço com o Palácio Anchieta.

O deputado Theodorico Ferraço é apoiador de Casagrande desde que rompeu com o ex-governador Paulo Hartung ainda em meados do governo passado. Mas anda meio tímido na Assembleia. É possível que Theodorico volte mais animado do recesso? O tempo dirá.

Partido novo de Bolsonaro já nasce partido

A coleta de assinaturas para o Aliança Brasil, novo partido do presidente Jair Bolsonaro, já está dando confusão no Estado. O deputado Capitão Assumção disse que é o responsável pela mobilização em Vitória e vai fazer um dia “D”, na próxima quarta-feira, em Jardim Camburi. Mas a Direita Espírito Santo e o agente federal Gilvan da Federal, que também estão coletando assinaturas – a próxima será amanhã, no Centro – disseram que não existe coordenador e que Assumção quer protagonismo visando à eleição de outubro.

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Te conheço?

O deputado Capitão Assumção disse, por meio de sua assessoria, que também não reconhece o movimento de coleta de assinaturas liderado pelo agente Gilvan da Federal.

Liberação de recursos

A senadora Rose de Freitas, mesmo de licença, conseguiu destravar R$ 5,2 milhões de recursos federais para a construção de uma creche em Pancas (R$ 2,5 milhões) e duas escolas em Santa Maria de Jetibá.

Proteção aos indígenas

O senador Fabiano Contarato ingressou com representação junto ao MPF para que se apure o incêndio e agressões à comunidade indígena Laranjeira Nhanderu, Kaiowás de Rio Brilhante (MS) no último dia 1º. “Atearam fogo na casa de reza. Pistoleiros ameaçaram e agrediram famílias”.

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