Servidores públicos do Estado vão continuar trabalhando em casa mesmo após a pandemia. É o que afirma a secretária de Estado de Gestão e Recursos Humanos, Lenise Loureiro.
A expectativa é de que cerca de 25% dos servidores aptos ao home office façam o trabalho de forma remota, como está sendo realizado durante o isolamento social.
A possibilidade exclui trabalhadores que ocupam funções desempenhadas exclusivamente em ambiente externo, como policiais militares, professores e médicos, por exemplo.
Oficialmente, a medida está sendo chamada de teletrabalho, o que já é permitido por lei. Um comitê foi criado para orientar os órgãos públicos e estipular metas que precisam ser cumpridas pelo servidor que for trabalhar em casa.
“Vamos estimular essa modalidade, pois entendemos que o servidor terá mais qualidade de vida e poderá até mesmo produzir mais na calma do lar e sem o estresse do deslocamento diário”, afirmou Lenise Loureiro.
As secretarias e autarquias do Estado vão definir quais setores e quantos servidores poderão trabalhar de casa, respeitando a regra dos 25%. De acordo com Lenise, editais internos serão publicados para definir o preenchimento dessas vagas.
“Tudo isso será publicado para que haja transparência e a população saiba quem faz trabalho remoto e o que faz”, ressaltou a secretária.
Retorno
Parte dos servidores que estavam de home office por conta da pandemia começaram ontem a voltar ao trabalho de forma presencial. Conforme decreto publicado na semana passada, cada setor deve ter, no mínimo, 50% dos trabalhadores atuando nas repartições. Haverá um revezamento entre os servidores.
“O planejamento para a volta é feito acompanhando os números da pandemia, com participação da Secretaria de Saúde e do governador. Até o fim de agosto, haverá esse revezamento, mas a partir daí já poderemos ter o teletrabalho”, disse.
A retomada das atividades com mais servidores de forma presencial acontece em 45 repartições públicas, segundo Lenise Loureiro. Cerca de 4.900 funcionários vão passar a revezar entre o trabalho presencial e o remoto. Metade dos servidores estava em home office durante a pandemia.
Saiba mais
Teletrabalho
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O teletrabalho será implantado nos órgãos públicos do Estado para que servidores públicos possam trabalhar de casa (home office), mesmo após a pandemia.
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A expectativa é de que até 25% dos servidores aptos ao home office façam o trabalho de forma remota.
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Os não aptos são aqueles que ocupam funções desempenhadas exclusivamente em ambiente externo, como policiais militares, professores e médicos, por exemplo.
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Esses servidores vão precisar cumprir metas que serão estipuladas.
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Editais internos serão publicados para definir os servidores e dar transparência ao ato.
Fonte: Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos (Seger).
