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“Tive mais uma chance de viver”, diz administrador que escapou da morte em Vila Velha

Sem nenhum arranhão. Foi assim que o administrador Luiz Olavo de Abreu, de 55 anos, escapou de um acidente na noite de quinta-feira (10), em Itapuã, ...

Um pedestre escapou por pouco de ser atropelado por um carro enquanto caminhava por uma calçada na noite desta quinta-feira (10) em Itapuã, em Vila Velha

Última atualização

Sem nenhum arranhão. Foi assim que o administrador Luiz Olavo de Abreu, de 55 anos, escapou de um acidente na noite de quinta-feira (10), em Itapuã, Vila Velha. Uma motorista perdeu o controle do veículo após uma colisão, bateu em um carro estacionado e invadiu a calçada onde ele estava passando.

Morador do bairro, ele contou que estava voltando da farmácia quando tudo aconteceu e declara: “Tive mais uma chance”.

“Moro numa rua próxima do local do acidente. Fui comprar um remédio e estava voltando para casa. O que me fez olhar para o lado foram os barulhos do impacto e da frenagem. Foi um estrondo muito alto. Quando vi, o farol já estava em cima de mim. Ainda fiquei preocupado do carro estacionado virar em cima de mim. Foi tudo numa fração de segundo”, lembrou.

Para Luiz Olavo, o carro que estava estacionado amorteceu parte do impacto e permitiu que ele conseguisse sair a tempo da direção do veículo desgovernado.

“O local onde foi a pancada do veículo no prédio era onde eu estava. O atenuante para não ter sido uma tragédia foi o carro estacionado. Ele sofreu o impacto e, mesmo assim, o veículo conseguiu destruir a parede. Se ele não estivesse ali, a motorista teria entrado no prédio”, afirmou.

Luiz Olavo disse que ficou impressionado ao ver as imagens do acidente. “Eu vi o vídeo ontem (quinta) à noite no site do Tribuna Online. Quase que eu entro para a estatística da violência no trânsito brasileiro. Tive mais uma chance de viver porque foi um livramento não ter acontecido nada de grave comigo”, afirmou.

VEJA O VÍDEO:

Segundo o administrador, a motorista do carro desgovernado ficou muito assustada e preocupada com o que tinha acontecido com ele.

“Quando ela abriu a pota, estava muito nervosa porque me viu na calçada, mas não sabia o que tinha acontecido comigo. Ela ficou muito apavorada porque poderia ter me matado. Ela não estava em alta velocidade e pessoas que estavam no local atestaram que a preferencia era dela e outro veículo invadiu. É uma coisa recorrente ali. Se ela tivesse numa velocidade mais alta, teria sido muito pior”, concluiu.

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