O corpo do empresário, que morreu carbonizado após o carro explodir, enquanto passava pela avenida Adalberto Simão Nader, em Vitória, segue no Departamento Médico Legal (DML) para realização de exames para ser identificado oficialmente pela Polícia Civil.
O acidente aconteceu na sexta-feira (23) e, no mesmo dia, familiares da vítima a identificaram como Ricardo Portugal Moura Guedes, de 38 anos, dono do Jeep Compass branco, que explodiu perto do Aeroporto de Vitória.
Apesar da identificação inicial da família, o procedimento exige que seja feito o reconhecimento oficial da vítima. De acordo com a Polícia Civil, o processo de identificação e liberação do corpo do motorista seguem em andamento, por conta da complexidade do caso, já que a vítima foi carbonizada.
“O reconhecimento visual, que é realizado por familiares, não é possível devido ao estado do corpo. A necropapiloscopia (análise das digitais) foi inconclusiva. A análise de arcada dentária já foi solicitada ao setor de antropologia”, informou a polícia.
Segundo a PC, caso a análise da arcada dentária seja inconclusiva, será necessário exame de DNA para identificação do corpo. Em caso de identificação por DNA, o prazo para o resultado é de cerca de 30 dias.
“A Polícia Civil informa que o caso segue sob investigação da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito. Outras informações não serão repassadas para que a apuração dos fatos seja preservada”, disse a nota.
Uma perícia do Corpo de Bombeiros também está sendo realizada para identificar o motivo da explosão do veículo. O laudo deve ficar pronto em até 30 dias.
