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Capixaba recebe título de baterista mais jovem do Brasil

Aos cinco anos, a capixaba Elisa Traba de Castro recebeu o título de baterista feminina mais jovem do país. O recorde foi oficializado esta semana ...

Elisa Traba recebe troféu e certificado do recorde de baterista mais jovem do Brasil

Última atualização

Elisa Traba recebe troféu e certificado de baterista mais jovem do Brasil do diretor/presidente da Rankbrasil Luciano Cadari. (Foto: Acervo da família)Aos cinco anos, a capixaba Elisa Traba de Castro recebeu o título de baterista feminina mais jovem do país. O recorde foi oficializado esta semana pelo RankBrasil.

Moradora de Vila Velha, Elisa demonstrou que levava jeito para tocar bateria quando tinha três anos e começou a tocar todas as peças do instrumento aos quatro anos e um mês. 

A menina receberia o título em maio de 2019, aos 4 anos, mas houve um atraso na cerimônia e, logo depois, veio a pandemia. Acompanhada dos pais, Elisa recebeu o certificado do registro do recorde na última terça-feira (6), em um hotel de Curitiba, no Paraná.

“Ela recebeu o certificado de baterista mais jovem do Brasil e um troféu lindo, maravilhoso com parte banhada a ouro. Ela ficou muito feliz! Perguntou se podia levar o troféu para casa e ficou com medo de algum ladrão roubar, mas eu falei que não deixaria”, disse o professor de geografia Eduardo Vieira de Castro.

De acordo com o pai, que também é baterista, Elisa o observava a tocar em igrejas e, depois do culto, corria brincar com as baquetas na bateria. “Percebi que ela levava jeito e comprei uma bateria para desenvolver seu talento”, contou Eduardo.

Atualmente, a recordista toca louvores da igreja e músicas infantis, entre elas, Baby Shark, Galinha Pintadinha, Jacarelvis e Show da Luna. “Gosto de tocar bateria porque eu gosto de tocar ritmo e porque a bateria faz um som engraçado”, disse Elisa.

A menina vem de uma família de músicos. “Boa parte toca vários instrumentos. Eu mesmo aprendi a tocar violão observando meus irmãos quando era criança. E a Elisa aprendeu me vendo tocar. A minha esposa já tocou violino na igreja. Acredito que está no sangue”, completou.

Para Eduardo, o recorde é uma grande conquista para toda a família. “Isso nos deixa muito orgulhosos e esperançosos que ela nos traga muitas alegrias no futuro, tocando na igreja e até mesmo em uma orquestra”.

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