O Ministério da Saúde apresentou um pedido, nesta segunda-feira (21), junto ao Instituto Butantan para ampliar o número de doses da vacina CoronaVac, produzida pelo instituto em parceria com a farmacêutica Sinovac.
Em um primeiro momento, foram negociadas 46 milhões de doses, mas o Ministério da Saúde busca renegociar o contrato e adquirir 100 milhões de doses, ainda no primeiro semestre.
“Ontem tivemos reunião [com o Butantan] para expandir essa compra para 100 milhões no primeiro semestre”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.
Ainda segundo o Ministério da Saúde, a partir de janeiro, depois de aprovado por agência regulatória, serão adquiridas 9 milhões de doses em janeiro, 15 milhões em fevereiro e 22 milhões em março, de acordo com cronograma de entrega proposto pelo Butantan, totalizando 46 milhões.
Além da vacina produzida pela Fiocruz, que entregará as primeiras doses da vacina no dia 8 de fevereiro de 2021, as negociações do Brasil com a Pfizer estão avançadas e o contrato já em processo de finalização. Em parceria com o laboratório alemão BioNtech, a Pfizer produziu a primeira vacina aprovada internacionalmente contra a covid-19.
“A expectativa é de 8 milhões de doses no primeiro semestre de 2021 e de outras 62 milhões de doses no segundo semestre do ano que vem, totalizando 70 milhões de doses da vacina da Pfizer em 2021″, afirmou Medeiros.
