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Polícia

Adolescente é acusado de estuprar sobrinha de 4 anos e mais duas crianças em Vila Velha

Um adolescente, 16 anos, foi parar na delegacia acusado de abusar da sobrinha, 4 anos, e outras duas amiguinhas dela, de 4 e 5 anos. Uma das crianças ...

Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente

Última atualização

Um adolescente, 16 anos, foi parar na delegacia acusado de abusar da sobrinha, 4 anos, e outras duas amiguinhas dela, de 4 e 5 anos. Uma das crianças contou para a mãe sobre o estupro, na terça-feira (8), em Vila Velha, e as outras também alegaram ter sido vítimas do estudante.

Questionado pelos parentes, o adolescente confessou os abusos e foi levado para a 2ª Delegacia Regional de Vila Velha, mas não ficou preso. Ele assinou um Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC) por ato infracional análogo ao crime de estupro de vulnerável e foi liberado. As identidades e bairro do crime não serão divulgados para proteger as vítimas.

O caso veio à tona depois que uma das crianças de 4 anos revelou o abuso para a mãe. “Ela contou que tinha pedido o celular para ele e, quando ele deu o aparelho, abaixou as calças e balançou as partes íntimas para ela”, declarou a mãe da menina, uma auxiliar de serviços gerais, de 28 anos. 

Depois disso, o acusado tentou estuprar a criança, que reclamou de dor. A menina estava na casa da amiguinha, sobrinha do adolescente. Há dois meses ele cuida dela e duas vizinhas acabaram indo brincar com a criança.

Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (Foto: Fernando Ribeiro)

Quando ouviu o relato da filha, a auxiliar de serviços gerais correu para acionar as mães das outras meninas que tiveram contato com o adolescente.

A irmã do investigado, que o contratou para cuidar da filha, ficou desesperada. “Eu questionei e ele negou tudo. Expulsamos ele daqui e só na casa da minha mãe ele confessou o que fez. Eu não consigo nem explicar o que estou sentindo”, desabafou a auxiliar de serviços gerais, de 21 anos.

A irmã ainda disse que um vídeo do abuso foi encontrado no celular do adolescente

A mãe da menina de 5 anos, uma dona de casa, 48 anos, está indignada com a liberação do adolescente. “Ele tinha que ter ficado preso, isso é uma injustiça. Minha filha disse que com ela foram duas vezes e que ele a coagiu para não me contar nada”, ressaltou.

A polícia informou que a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) vai investigar o caso.

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