
Após fazer um show, em outubro do ano passado, o cantor decidiu ficar no Estado para curtir o domingo de eleição.
“Após as eleições presidenciais, a vítima se dirigiu até a Praia do Canto para comemorar. Lá, ele conheceu duas pessoas e com elas passou a beber e confraternizar. Em um dado momento, uma dessas pessoas ministrou algum tipo de droga ou substância entorpecente em sua bebida, vindo ele a ficar desacordado. Nesse momento ele teve seus pertences subtraídos”, explicou o delegado Henrique Vidigal, da Divisão de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio.
De acordo com o delegado, o sertanejo acordou desorientado na casa dos suspeitos e deu falta do relógio importado, da pulseira e de um cordão, que além de ser avaliado entre 80 e 100 mil reais, tinha enorme valor sentimental para ele. Estima-se que o prejuízo foi de quase R$ 300 mil.
Apesar de desconfiar, o sertanejo foi embora e só registrou ocorrência uma semana depois. Após o ocorrido, os bandidos tiveram muita dificuldade em vender as joias, então começaram a tentar extorquir o cantor, que, após meses, conseguiu um acordo para buscar os pertences no aeroporto de Vitória, por R$ 50 mil.
Já estava tudo certo para o encontro, mas a assessoria do sertanejo ficou com medo e entrou em contato com a Delegacia Especializada de Segurança Patrimonial, que interceptou o contato entre eles. Os policiais não tiveram dificuldade em reconhecer os seis criminosos, porque eles estavam utilizando as joias roubadas do cantor.

Além dos dois, também foram presos Mário Luiz Rodrigues e Pablo Coutinho, que se passava por um Sargento Coutinho, da PM, e mantinha contato direto com o cantor para fazer as chantagens. Outros dois suspeitos acusados de tentarem extorquir o cantor, conseguiram fugir do local.
A reportagem completa você confere no jornal A Tribuna desta quinta-feira (10).


