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Mãe de Jonas Amaral faz apelo: “Preciso saber onde está o meu filho”

A técnica de Enfermagem Dalva Amaral Veiga, de 57 anos, mãe do vendedor Jonas Guimarães do Amaral Neto, 34, fez um apelo em busca de notícias sobre o ...

Jonas Amaral ao lado da mãe, Dalva: "Não fico um dia sem falar com o meu filho"

Última atualização

Jonas Amaral ao lado da mãe, Dalva:

A técnica de Enfermagem Dalva Amaral Veiga, de 57 anos, mãe do vendedor Jonas Guimarães do Amaral Neto, 34, fez um apelo em busca de notícias sobre o filho nas redes sociais. Em um vídeo publicado nesta sexta-feira, a mãe fala sobre a situação do filho, que é acusado de ter espancado a namorada Jane Cherubin, 36, no último dia 5, em Dores do Rio Preto, interior do Estado.

“Hoje, nessa manhã de sexta-feira, onze dias que meu filho Jonas está desaparecido, não sei onde ele está. Eu amanheci com o coração mais e mais partido. Eu gostaria de pedir a ajuda de vocês, aqueles que puderem me ajudar, que me ouvirem, ajudem a gente. Alguma coisa, quem souber do meu filho, por favor, me fala onde ele pode estar, me fala onde meu filho está. Meu filho nunca passou um dia sem falar comigo, e hoje faz onze dias, na verdade doze dias que eu não vejo meu filho, que eu não ouço a voz dele. Então, gente, me ajuda”, diz a mãe.

No vídeo, Dalva fala que os advogados da família estão dispostos a defendê-lo. “Nós estamos aqui para ajudar a ele, para ele se entregar. Nós estamos aqui com o advogado para poder ajudar ele a se entregar, para ele pagar pelo que fez. Mas eu preciso saber onde ele está”

Com um semblante abatido, a mãe fala ainda que “não sabe se o filho está vivo ou morto”.

Em uma nota encaminhada à imprensa, assinada por três advogados, os pais de Jonas (Dalva e Juscelino Amaral) afirmam que, a partir desta sexta-feira, irão se pronunciar sobre o caso, uma vez que não sabem se o filho está vivo.

“Nesse novo norte, passaremos a trabalhar com a premissa de que Jonas do Amaral cujo desaparecimento sugere a possibilidade de estar morto, caso em que se faz necessário conduta para afastar a tese de suicídio e, posteriormente, identificar os responsáveis pela morte”, diz a nota.

Para a família, a população “vive um falso moralismo pregando a violência, o ódio e a aplicação da Lei de Talião, buscando fazer justiça com as próprias mãos”.

Desde a madrugada no último dia 5, Jonas Amaral está desaparecido. A Justiça já decretou a prisão dele, que é considerado foragido.

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