
De acordo com o portal G1, a jovem é de Santos, fazia Administração e trabalhava em uma empresa da capital. Ela estava em uma parte mais rasa e, segundo o tio Guilherme Monteiro, sentiu a onda jogá-la para baixo. A estudante foi levada para o hospital, onde recebeu o diagnóstico de fratura na vértebra C6, no pescoço.
“Ela ficou vários dias internadas na UTI do hospital, chegou a ficar entre a vida e a morte, e no dia 2 de fevereiro fez uma cirurgia onde colocou uma placa de titânio. O pulmão e o diafragma dela também foram lesionados, por isso ela está com dificuldade para falar também”, disse o tio ao portal.
Karina faz fisioterapia e apresenta melhoras, conta o familiar. “Ela consegue mexer um pouco os braços, a mão, mas não tem força. Vemos melhora. Nas pernas ela tem espasmos, já teve câimbra, mas nada de movimento”, completou.