A polícia de São Paulo procura pelo quarto suspeito de envolvimento no massacre que deixou dez mortos, incluindo os dois atiradores, na escola Raul Brasil, em Suzano.
Segundo os investigadores, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos e Luiz Henrique de Castro, de 25, trocaram mensagens nas redes sociais para a compra de roupas e armas, que foram usadas no massacre. A justiça decretou a quebra do sigilo de dados no Facebook, Linkedin e Google.
Dias antes do ataque, os atiradores e um adolescente apreendido pela justiça na última semana, estiveram juntos em um estande de tiro em um shopping na Zona Leste de São Paulo. Eles treinaram com arco e flecha e armas de airsoft.
O jovem apreendido foi descrito por testemunhas como racista, homofóbico, machista e admirador do nazismo. O local onde ele se encontra internado mantém em sigilo pela Fundação Casa.
Uma quarta pessoa envolvida, por vender uma arma com a numeração raspada, utilizada no crime, é procurada pelos investigadores. A polícia quer que o homem responda pela morte das oito pessoas, entre elas cinco estudantes, por vender um revólver a um adolescente. De acordo com os policiais, o suposto “vendedor” assumiu o risco de colaborar com a tragédia.