
A informação foi passada pelo secretário de Saúde de Vila Velha, Jarbas Ribeiro de Assis Junior.
Entre as medidas adotadas até o momento estão vistoria na creche – uma delas aconteceu ontem –, e em outros possíveis locais de contaminação, além da coleta de água e alimentos para análise.
As equipes buscam respostas para saber se a infecção foi originada dentro da creche ou em um quiosque na orla de Vila Velha onde duas crianças, que apresentaram o quadro mais grave da doença, tomaram água de coco e comeram batata frita.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou ontem que existe a previsão de que os primeiros resultados sejam concluídos hoje. Disse ainda que caso isso não seja possível outras medidas serão adotadas, sem mencioná-las.
As primeiras amostras de exames laboratoriais estão em processamento no Laboratório Central de Saúde Pública do Estado (Lacen-ES) para análise de causa e posterior medidas de controle.
Em entrevista à reportagem na última terça-feira, o proprietário da creche, que pediu para não ser identificado, disse que não há surto na unidade. “Isso é externo. Se fosse realmente por contaminação alimentar daqui, todas as crianças estariam doentes porque todas comem aqui”, revelou, na ocasião.
Ele também garantiu que a escola tem adotado todas as medidas cabíveis, que inclui processo de higienização, e está auxiliando os órgãos para que tudo seja esclarecido.
Ontem à noite, a reportagem tentou um novo contato, sem êxito.
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