
Prática e versátil, a pochete começou a ser usada pelas mulheres durante a 1ª Guerra Mundial e durante muito tempo foi sinônimo de cafonice. Repaginada e acompanhando as tendências da estação, ganhou as vitrines e o coração das capixabas. Hoje, se a pochete fosse uma pessoa, com certeza desfilaria por aí com aquelearde quem “venceu na vida”.
A consultora de imagem e coach Janaína Gurgel explicou que a volta da pochete atende à tendência confort que as mulheres tanto prezam. Contou que marcas que antes eram tradicionais, como a Arezzo, já se renderam e estão produzindo calçados como tênis, o que antes era inimaginável.

Apesa de ser um elemento vintage, a pochete acompanha a moda. “Existem modelos mais esportivos, para academia, e também os mais sofisticados. A Louis Vuitton já tem pochete! Ela realmente dá um ar mais moderninho para o visual”, garantiu Janaína.
A consultora de estilo Jani Valença adora o acessório e destacou que não é preciso ter medo na hora de usar. “Você vai a uma festa, um evento ou até mesmo no dia adia, usa na cintura ou transpassada e não precisa ficar preocupada de segurar ou perder. Fica segura, presa ao corpo”, ressaltou.

Giga ou mini, cruzada no ombro, a tira colo, substituindo o cinto ou de forma tradicional, na cintura, a pochete driblou as adversidades e tem lugar cativo nos closets de homens e mulheres antenados, como a atriz Bruna Marquezine, que desfilou uma pochete da Miu Miu em Salvador que custa(pasmem!) R$ 6.400.
A jornalista e consultora de moda Glória Kalil também “absolveu” a pochete. “Porque a gente demonizou tanto a pobre da pochete? Ela é tão bacaninha!”, disse a rainha. Então tá liberada, né?

