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Polícia

Funcionária de farmácia é agredida por ladrão

De forma agressiva e usando uma camisa para esconder o rosto, um assaltante invadiu uma farmácia, fez três funcionárias reféns e foi atropelado por ...

Vítima agredida (de blusa azul, preta e branca) foi levada por guardas ao PA da Praia do Suá, em Vitória.

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Vítima agredida (de blusa azul, preta e branca) foi levada por guardas ao PA da Praia do Suá, em Vitória. (Foto: Antonio Moreira/AT)

De forma agressiva e usando uma camisa para esconder o rosto, um assaltante invadiu uma farmácia, fez três funcionárias reféns e foi atropelado por um carro quando tentava fugir, na manhã dessa terça-feira (25), em Bento Ferreira, Vitória. Wanderson Batista Fiuza da Silva, de 39 anos, foi preso por guardas municipais.

A farmácia ainda estava fechada quando o criminoso entrou, por volta de 6h30. No local, estavam uma auxiliar de serviços gerais de 45 anos, uma farmacêutica e uma atendente.

A auxiliar de serviços gerais, que não quis se identificar, contou que foi agredida com socos e tapas pelo criminoso. Ela acreditava que o assaltante estivesse armado e disse que teve medo de ser morta.

A Tribuna – Como aconteceu o assalto?

Auxiliar de serviços gerais – Eu tinha acabado de chegar e fui à cozinha. As outras duas funcionárias estavam na parte do balcão. Nisso, ele entrou com uma camisa enrolada no rosto e falou que estava armado e que tinha um cúmplice esperando por ele do lado de fora. Ele pegou nossos pertences, mas não conseguiu pegar nada da farmácia. Eu consegui esconder meu celular.

Como a senhora escondeu?

Joguei atrás da geladeira assim que percebi ele entrando. Ele não me viu escondendo o celular, mas falou que, se eu tivesse chamado a polícia, iria me matar. Eu pensei que fosse morrer, senti medo.

O que ele queria?

A chave do cofre da farmácia, mas nós não temos chave nenhuma. Ele falava que ia nos matar. Durante todo o tempo ele nos ameaçou e foi muito agressivo.

Quando ele te agrediu?

Depois que nós falamos que não tínhamos a chave do cofre. Ele me deu socos fortes nas costas e tapas também. Me senti humilhada, revoltada e com medo.

Ele trancou vocês?

Ele ordenou que a gente entrasse na sala e nós nos trancamos. Só saímos quando percebemos que os guardas tinham chegado.

Como a senhora está agora?

Muito abalada e com medo. Mexeu com o meu psicológico.

Por que ele lhe bateu?

Ele achava que eu tinha chamado a polícia. Mas eu não chamei.

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