Até hoje, após quase três anos do desabamento, os moradores dos 166 apartamentos das três torres do edifício Grand Parc não puderam voltar para suas casas. A previsão é de que esse retorno ocorra em setembro.
A Cyrela informou que segue o cronograma de reparos do empreendimento, com previsão de encerramento no mês de agosto, e ressaltou que, após a finalização da reforma, os moradores serão liberados para retornarem aos apartamentos de acordo com um calendário pré-estabelecido com a incorporadora.
O coordenador do Comitê Gestor Grand Parc Residencial Resort, José Gama de Christo, acredita que a maioria dos moradores deve retornar para os apartamentos, mas outros mudaram para outros endereços, incluindo o exterior.
Sobre a denúncia do Ministério Público Estadual contra os quatro engenheiros, Christo disse: “Entendemos que isso é atribuição da Justiça e nós, como Comitê, não temos comentários a fazer.”
Já o açougueiro Jurandir das Neves, de 38 anos, irmão do porteiro Dejair das Neves (que morreu no desabamento da área de lazer), disse que a denúncia contra os engenheiros é um avanço para que a Justiça seja feita na área criminal.
