

O carioca Frejat, 57 anos, chega com o show “Tudo se Transforma”. O cantor e compositor garante que a quinta promete! E explica: “É um show animado e representativo da minha personalidade musical”, afirma ao AT2.

Dois tributos estão na programação, com a banda Classical Queen e o maestro Rogério Martins interpretando Elton John.
“Me desafio a tentar melhorar a cada dia” – Frejat, cantor e compositor
AT2: Roqueiro que canta o amor. Curtiu essa definição para seu trabalho?
Frejat: Eu jamais diria que não sou um roqueiro, mas acho que sou mais um cantor/compositor e guitarrista que canta o amor em suas diversas dimensões.
AT2: Ao 57 anos, pode citar algum momento transformador que tenha vivido?
Frejat: A minha vida profissional, apesar de sólida e regular, é um processo de transformação, pois o entorno muda muito, e você tem de se descobrir a cada dia.
AT2: Uma vez disse: “Adoro o que eu faço e acho que estou cada vez melhor”. Frejat é como vinho?
Frejat: Não queria que essa frase parecesse pretensiosa, pois a intenção dela é mostrar que, como adoro o que faço, eu me desafio a tentar melhorar a cada dia. Acaba que você vai aperfeiçoando seu trabalho em alguns aspectos.
AT2: O que te faz suspirar?
Frejat: Grandes histórias de amor. Adoro.
AT2: Considera-se intenso?
Frejat: Sou intenso na minha música e nas coisas em que acredito, mas sou uma pessoa tranquila. E o passar do tempo me trouxe mais serenidade.
AT2: Como é desejar a mesma mulher durante 30 anos?
Frejat: Admiração é fundamental, mas relacionamento de casal é exercício diário e desafiador.
AT2: Vivemos em um mundo corrido. Rola economia no sentimento ou desinteresse de se declarar para alguém?
Frejat: Acho que o mundo está muito tecnológico, isso atrapalha um pouco, mas o amor está aí e continua se manifestando, graças a Deus.
AT2: O amor merece uma segunda ou terceira chance?
Frejat: Sempre merece uma chance, mas, quantas vezes, depende das circunstâncias.
AT2: A geração dos anos 80 era alta voltagem. Acha que falta atitude na galera de hoje?
Frejat: É um outro tempo. Para você se estabelecer como artista hoje, é muito difícil. O público tem dificuldade para se identificar com artistas novos pelo excesso de informação e pouca filtragem. Talento não falta para geração nenhuma, tenho certeza.



