O corpo de uma mulher que morreu no sábado (9) foi encontrado seminu na manhã de segunda-feira (11) no cemitério Rincão da Madalena, em Gravataí, no Rio Grande do Sul.
Por conta do episódio, a 1ª Delegacia de Polícia Civil da cidade investiga a violação de túmulo e a hipótese de abuso sexual da morta. As informações são do G1.
De acordo com familiares da vítima, o corpo estava em uma área próxima do cemitério. Segundo o delegado Márcio Zachello, o corpo foi levado ao Departamento Médico Legal (DML) para perícia.
Segundo uma das irmãs da vítima, a mulher de 49 anos passou mal no sábado e foi levada para um hospital com insuficiência respiratória. A mulher tinha apenas 40% da capacidade de um pulmão para respirar por devido à à Síndrome de Raynaud.
Mesmo com cuidados médicos, a mulher acabou falecendo por volta de 11h40. O funeral aconteceu no domingo e o sepultamento às 11h de domingo.
Susto
Depois do enterro da irmã, a mulher conta que foi para casa descansar. Na segunda, ela acordou com uma ligação de uma cunhada pedindo que ela fosse ao cemitério.
A cunhada havia recebido uma ligação anônima que dizia que o corpo da mulher de 49 anos que morreu no sábado não estava no túmulo onde havia sido sepultada.
“Fomos todos correndo para o cemitério. Perguntei se sabiam de alguma coisa, e o guarda disse que não. Saí do carro e, em vez de ir na lápide dela, fui em outra, errada. Mas meu irmão disse que era outro (túmulo) e, quando cheguei, o corpo não estava dentro do caixão. Estava tudo quebrado”, contou ela.
Rastro de terra
A irmã conta que ela, o marido e os sobrinhos perceberam que havia um rastro de terra e seguiram até a uma clareira. “Quem sabe teria saído, sobrevivido. Na hora, foi uma coisa apavorante”, comenta sobre o que sentiu na hora.
Ainda de acordo com ela, havia roupas da mulher morta a quatro lápides de onde ela foi enterrada. Havia também a saia que a vítima tinha sido enterrada. “Fui um pouco adiante e vi o corpo dela”, contou.
De acordo com o que contou a irmã, a mulher de 49 anos estava com a parte de baixo do corpo despida e as pernas abertas. As mãos estava cruzadas sobre o peito, segundo ela, em “um estado lamentável”.

