
Por isso, encontrar técnicas que façam os pequenos internautas pensar criticamente sobre os conteúdos que consomem digitalmente é fundamental.
Atento a isso, o Colégio Americano vai lançar, no próximo ano, um laboratório com esse propósito.
O Mídia Lab será um espaço onde os alunos poderão construir produtos digitais como podcasts, blogs, vídeos e filmes, para que, dentro do próprio universo, possam se atentar aos cuidados na internet.
“Não adianta falar que é perigoso. Precisamos ser educadores digitais. Com essas atividades, vamos conversando com os estudantes sobre direitos e éticas digitais”, explicou a diretora de educação básica da rede, Teresa Cristina Ferrari.
A instituição também aposta em outros conceitos da Educação 4.0, como o da proposta maker. “É uma educação voltada para experiências e projetos que façam os alunos se enxergarem como pessoas responsáveis por sanar problemas da sociedade”, destacou Ana Paula Grijó, diretora da unidade Serra.

“Temos ali futuros engenheiros, arquitetos, que vão se deparar com situações como a construção de uma casa sustentável para atender a uma população de baixa renda, por exemplo. Desde já, eles têm contato com esses conceitos”, ressaltou Grijó.
A professora de Biologia Fernanda Almeida frisou que trabalha com os estudantes para que eles percebam suas potencialidades e propósitos de vida. “Educamos esses alunos para que eles deixem o mundo melhor em nossa ausência. É importante pensar no micro, mas precisamos ir além, contagiando outras pessoas com a mudança”.
