A pastora Yone Maximo dos Santos, 47 anos, encontrada morta dentro de uma geladeira no sábado (28) já estava sendo ameaçada de morte pelo principal suspeito do crime, segundo a polícia. O caso aconteceu na cidade de Miguel Pereira, localizada no Centro-Sul do Rio de Janeiro.

Um dia depois da pastora ter sido vista pela última vez, Luan foi morto durante uma troca de tiros com a polícia. Yone estava desaparecida desde o dia 24 de setembro.
A troca de tiros aconteceu quando Luan se envolveu em um acidente enquanto dirigia o carro da vítima em Aparecida de São Manoel, em São Paulo.
Ao ser abordado pelos militares, Luan tomou a arma do tenente e o matou a tiros. Antes de ser ferido e morto, o criminoso ainda baleou um capitão.
Corpo
O corpo da religiosa foi encontrado no sábado pela irmã da vítima. Ela foi até a casa de Yone, localizada na zona rural de Miguel Pereira, e encontrou o cadáver da pastora amordaçado em uma geladeira.
Segundo a polícia, a causa da morte de Yone só será conhecida depois que o exame cadavérico ser realizado.