Os Jogos Pan-Americanos não são a principal meta no calendário das maiores feras do esporte mundial. Mas foi graças a esta competição que surgiram muitos nomes que, depois, viraram ídolos do esporte. Aqui no Espírito Santo e no resto do Brasil.
Nos últimos 20 anos, “surgiram” e brilharam em Pans craques como Cesar Quintaes (natação), Juliana Coradini (gin
A edição deste ano também promete. A “turma de 2019” tem alguns nomes que podem entrar para a história do esporte brasileiro. E não é exagero.

Outra é Natalia Gaudio, que já merece o título de maior nome da ginástica rítmica do Brasil. Na Olimpíada do Rio/2016, ela foi a primeira ginasta brasileira numa Olimpíada — competindo no individual da GR — desde os Jogos de Barceona/1992. Em Pans, ela vai para a sua terceira edição. A melhor colocação foi o oitavo lugar em Toronto/2015.
A “turma de 2019” tem tambem João Luiz Gomes Júnior. Finalista olímpico no Rio/2016, medalhista em Mundiais e dono de um dos melhores tempos do mundo no ano nos 50m peito. Por sinal, ele nada nesta quarta-feira (24) de manhã a final dos 50m peito no Campeonato Mundial de Gwangju, na Coreia do Sul.
Além dos três, os capixabas na delegação brasileira são o remador Vangelys Renke, que sonha com uma medalha de ouro que não vem para o remo do País desde o Pan de Indianápolis (EUA), em 1987; o pivô de handebol Vinicius Teixeira, figurinha carimbada na seleção brasileira nos últimos anos, e a ginasta Deborah Medrado, de 17 anos, mais uma das incontáveis promessas capixabas que chegam à seleção brasileira de conjunto da GR.
Estamos com vocês!