Denúncia sobre uso irregular de recursos públicos na realização do Grande Prêmio de Fórmula 1, em Interlagos (SP), foi protocolada no Ministério Público Federal (MPF) e no Tribunal da Contas da União (TCU).
Tem a ver com o mecanismo utilizado para firmar o acordo entre a Prefeitura de São Paulo e a empresa detentora dos direitos do GP do Brasil. Em vez de contrato, há convênio, proibindo lucros e uso de verbas públicas.
Desperdício
A denúncia ao Ministério Público Federal pede a abertura de uma investigação para “coibir o desperdício de recursos públicos”.
Fim comum
Pela legislação atual, só poderia ser firmado um convênio sem ganho financeiro, visando apenas a realização de um fim comum.
Verbas públicas
Existiriam irregularidades nas verbas municipais (R$ 200 milhões em 5 anos) e federais (R$ 160 milhões) para reformas e realização da prova.
Nada de explorar
Também seria vedada a exploração comercial do evento pela iniciativa privada. MPF e TCU devem abrir investigação sobre o caso.
Filho embaixador pareceu piada de Bolsonaro
A ideia de nomear o filho embaixador em Washington (EUA) parece tão absurda que boa parte do mundo político, em Brasília, ainda acha que o presidente Jair Bolsonaro, conhecido gozador, teria combinado com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) essa “pegadinha” contra jornalistas. Mas o que pode ter começado como piada ganha contornos oficiais e rompe uma tradição: desde o governo Sarney, só experientes diplomatas de carreira foram embaixadores do Brasil em Washington.
Vaga não é de tradutor
Pior é a justificativa de Bolsonaro: “O garoto fala inglês e espanhol”. Como se embaixador e um tradutor fossem a mesma coisa.
É mais complexo que isso
“Eduardo é amigo dos filhos de Trump”, diz o Presidente, quando na verdade embaixador tem agenda mais complexa do que isso sugere.
Não é para amadores
Bolsonaro talvez ignore que o papel de embaixador exige qualificação, experiência. Na Secretaria de Estado dos EUA não há amadores.
Mentira doentia
O Guardian, jornal inglês onde Glenn Greenwald (foto) atuou, publicou matéria na sexta bancando uma mentira doentia: “Uma geração inteira de exilados políticos abandonou o Brasil de Bolsonaro para ficar viva”, diz, citando Jean Wyllys, o ex-BBB que deu uma banana para seus eleitores.
Afagando o eleitorado
A certa altura da sessão de sexta-feira (12) na Câmara, Rodrigo Maia deu um tempo e desceu ao plenário para afagar governistas e deputados da oposição. E não se cansou de fazer selfies.
Esquartejamento
Na longa noite de quinta-feira (11), na votação da reforma, Fábio Ramalho (MDB-MG) salvou o estômago dos colegas servindo uma leitoa tipo boca-livre. Foi devorada em poucos minutos. Com direito a sobremesa.
Virou algazarra
Aniversariante do dia, o deputado Fred Costa (MG), líder do Patriotas, era ovacionado sempre que um governista ocupava a tribuna. Não era para homenageá-lo, mas sim para atrapalhar a defesa da reforma.
Lorotas a granel
Henrique Fontana (PT-RS) disse que os “mais pobres” teriam reduzidas à metade as aposentadorias. A lorota foi “atualizada” por Erika Kokay (“quem recebe R$2 mil vai para a R$ 800”) do Distrito Federal, cinco minutos depois. Mais um pouco e os petistas anunciaram “o fim da aposentadoria”.
Parceria institucional
Diretor Executivo do Instituto Legislativo Brasileiro, Márcio Coimbra e o Controlador-Geral do Distrito Federal, Aldemário Araújo Castro, assinaram protocolo de intenções para fortalecer a capacitação de servidores.
Armas no Pacatito
Importante município mineiro comemora neste sábado (13) no Clube XVI de Julho, o 85º aniversário da fábrica de armas Itajubá, no bairro denominado Pacatito, cujo topônimo significa “pequeno lugar pacato”.
Esporte universitário
Até sexta, o Brasil havia conquistado cinco medalhas de ouro na Universíade, em Nápoles (Itália). Com duas pratas e nove de bronze, o Brasil é 10º no quadro de medalhas e já superou o resultado de 2017.
Pensando bem…
…quem dera deputados trabalhassem a semana inteira e com a mesma frequência durante todo o ano…