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Imóvel de youtuber “Primo Rico” vai a leilão por dívida milionária

Thiago Nigro, conhecido como o “Primo Rico”, é um verdadeiro sucesso nas redes sociais. O canal do YouTube com dicas de finanças tem mais de dois ...

Youtuber faz sucesso na internet com dicas de finanças

Última atualização

Thiago Nigro, conhecido como o “Primo Rico”, é um verdadeiro sucesso nas redes sociais. O canal do YouTube com dicas de finanças tem mais de dois milhões de inscritos e o perfil no Instagram também tem mais de dois milhões de seguidores.

Porém, o youtuber tem enfrentado problemas na Justiça por causa de uma dívida milionária. Um apartamento de Nigro vai a leilão em agosto com uma dívida que ultrapassa R$ 1,7 milhão. O imóvel tem 141 metros quadrados e fica no bairro Morumbi, em São Paulo. De acordo com a VEJA, o problema começou em fevereiro de 2012, quando a incorporadora Brookfield e a securitizadora Gaia receberam a 19ª parcela do apartamento, que foi comprado por R$ 546 mil.

Depois disso, os boletos no valor de R$ 4.500 não foram mais pagos. São 116 cotas atrasadas, totalizando mais de R$ 1,7 milhões.

Youtuber faz sucesso na internet com dicas de finanças (Foto: Reprodução/ YouTube O Primo Rico)

O criador do canal entrou na Justiça duas vezes para renegociar, alegando que passava por problemas financeiros na época. Ainda segundo a VEJA, o juiz Renato Acacio de Azevedo Borsanelli, da 2ª Vara Cível, deu ganho da causa às empresas em dezembro de 2017 e o imóvel foi para leilão.

O escritório dos advogados das empresas, Corrêa Ongaro Sano, entrou na Justiça para receber os honorários, já que o youtuber perdeu os processos. O valor é de R$ 8 mil. Na segunda (22), a advogada de Nigro pediu um prazo de mais 15 dias com a alegação de que o cliente estaria sem verba por conta da crise.

Para a VEJA, o criador do “Primo Rico” disse que “esse apartamento esteve no meu nome, mas nunca foi meu. Há muito tempo, meus pais queriam comprar um lugar para morar. Mas estavam com o nome sujo, e, por causa disso, não conseguiam crédito no banco. Eles pediram para usar o meu nome e aceitei. Eles são empreendedores, trabalham com transporte de água, mas tiveram problemas financeiros e não conseguiram pagar”.

Quando perguntado sobre o pagamento dos honorários, ele disse que “é uma praxe de advogado para ganhar esse tempo. Da minha parte, há fundos à disposição”.
 

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